CRIMPAGEM DE CABOS

por Bruno Alves, Técnico em Informática Turma 43


Então, de repente você precisa puxar um cabo de rede do seu roteador ou tomada de dados e está pensando em chamar o técnico de redes para solucionar o seu problema, este artigo foi feito especialmente para você:

Normalmente em nosso dia-a-dia usamos conexões sem-fio para nos conectar à internet, seja pela facilidade e mobilidade que se nos apresenta dentro dos edifícios que frequentamos, seja em nossa casa, trabalho, shopping centers e praças públicas. Porém esse tipo de conexão, apesar de facilitar a nossa vida, pode ser mais lento se comparado à conexão cabeada. Os padrão mais utilizado atualmente para roteadores é o 802.11n que possui capacidade de transmissão de até 600 megabits por segundo. Os roteadores mais recentes vêm com o padrão 802.11ac que apresentam taxa máxima de transmissão de até 866.7Mbps.

Já a conexão cabeada com par trançado de cobre tem taxa média de transmissão de 1 gigabit por segundo, o que é uma taxa consideravelmente maior, e pode ser utilizada em locais onde a conexão sem-fio não seja viável.

Vale lembrar que esse tipo de conexão vale apenas para dispositivos que possuam entrada para cabo de dados rj45, como notebooks, desktops, servidores, impressoras, etc.

POR ONDE COMEÇAR?

Você precisará medir, com alguma folga, a distância entre a máquina e o ponto de rede. Acrescente em torno de 10% o tamanho do cabo na distância medida.

A ESCOLHA DOS CABOS

Atualmente usam-se com mais frequência os cabos categoria 5 e categoria 6.

Desses, o cat5e(Category 5 Enhanced) possui maior custo benefício devido ao baixo custo, instalação e maleabilidade; porém apesar de oferecer suporte gigabit ele trabalha à taxa de média de transmissão de 100mbps podendo alcançar até 1gbps se devidamente configurado.

Cat6 possui melhores taxas de transmissão, onde 2 de seus pares trabalham na recepção de dados a 500mbps e dois na transmissão a igualmente 500mbps. Sendo esse aconselhável na infraestrutura de backbones de roteadores e seletores. Este cabo possui um divisor físico entre seus pares metálicos diminuindo assim o ruído, ou interferência causada pelos sinais parcialmente sobrepostos uns sobre outros.

PADRÕES DE CRIMPAGEM

Padrões universais foram definidos por órgãos reguladores para normatizar as conexões elétricas e eletrônicas de cabos de rede e sua conectorização.

Basicamente existem dois padrões de montagem que são o 568a e 568b. Em nada diferem esses dois padrões em relação à performance, a única diferença é em relação a seus pares na conectorização. Não se deve misturar os dois tipos de padrão na mesma instalação a menos que se deseje como resultado um cabo crossover, utilizado para ligar dois computadores entre si diretamente em rede.

O padrão 568a é composto da seguinte forma:

Verde listrado, Verde, Laranjado listrado, Azul, Azul listrado, Laranjado, Marrom listrado, Marrom

Já o padrão 568b fica assim:

Laranjado listrado, Laranjado, Verde Listrado, Azul, Azul listrado, Verde, Marrom listrado, Marrom

O QUE VOU PRECISAR?
  1. → Cabo de rede
  2. → Conectores RJ45
  3. → Alicate de Corte
  4. → Alicate de Crimpagem

O processo de crimpagem é relativamente simples e consiste em:

Descascar o cabo de maneira que não machuque os fiozinhos dentro do cabo.

Selecione o padrão desejado e coloque os fios nessa ordem, da esquerda para a direita.

Iguale as pontas dos fiozinhos, cortando-os em linha reta.

Tome o conector RJ45 e vire-o de ponta-cabeça, com a trava para baixo e os dentes de cobre para cima.

Insira as pontas dos pares metálicos dentro do conector, de maneira que cheguem até o fundo em igualdade de tamanho.

Utilize o alicate de crimpagem para finalizar o processo. Se preferir pode utilizar um testador de cabo de rede para conferir se não ocorreram erros durante a crimpagem do cabo.

Teve qualquer dúvida?

Confira o mega tutorial que a galera da Engehall Elétrica preparou especialmente para você:

REFERÊNCIAS:

Olhar Digital

Digel

BlackBox

PTComputador

IDX

Imagens de:
PNGFLY

7 tendências em tecnologias educacionais

Como sabemos, o momento atual tem sido de constante evolução tecnológica, de mercado acirrado, de grande concorrência entre as escolas, de popularização do ensino híbrido e de famílias cada vez mais exigentes que buscam resultados e qualidade de ensino. Com isso, para se destacar no mercado da educação, faz-se necessário contar com novas ferramentas e tecnologias educacionais.

Como estão trabalhando crescentemente com a geração Z — que engloba os indivíduos também conhecidos como “nativos digitais” —, as instituições de ensino precisam inovar e buscar formas de tornar as aulas mais criativas, motivadoras e interessantes.
Pensando nisso, preparamos este artigo com 7 das principais tendências em tecnologias para educação que devem ganhar força no ano de 2018. Confira!

1. Gamificação no ensino

A gamificação é uma tendência que usa jogos digitais para atrair os estudantes e engajar as equipes em algum objetivo voltado ao aprendizado. Em geral, os jogos utilizados apresentam alguma bonificação, pontuação e diferentes níveis de dificuldade.

O uso da gamificação visa trazer atividades lúdicas para a escola, promovendo o trabalho em equipe, a criatividade, a flexibilidade e o entusiasmo dos jogadores. Dessa forma, o processo de aprendizagem se torna mais agradável, rápido e dinâmico.

O investimento das escolas deve ser feito em plataformas gamificadas, laboratórios de informática, aplicativos e técnicas que garantam um aprendizado baseado em inovação tecnológica e ambientes virtuais.

Nos Estados Unidos, por exemplo, após o lançamento e a popularização do jogo America’s Army, em 2005, foi constatado que o número de inscritos que havia jogado aumentou na academia militar. O game foi um projeto desenvolvido pelo Exército para ajudar a incentivar o recrutamento de jovens e tornou-se uma importante ferramenta de marketing.

2. Chatbots para esclarecer dúvidas de alunos

Os chatbots — do inglês “chatter”, tagarelar, e “robot”, robô — são recursos possibilitados a partir de um programa de computador capaz de direcionar e incentivar conversas via texto ou voz.

Em 2015, Ashok Goel ministrava aulas online para o curso de Ciências da Computação, no Instituto de Tecnologia da Geórgia, e resolveu utilizar um robô para responder as questões mais simples e regulares dos seus alunos. Batizado de Jill Watson, os alunos não desconfiaram de que, na verdade, tratava-se de uma inteligência artificial.

Além de esclarecer dúvidas, o chatbot pode ser utilizado para fazer revisões e gerar avisos e lembretes para os alunos. Conforme as questões se tornem mais avançadas ou muito específicas, um professor pode intervir e direcionar a conversa.
3. Redes sociais como ferramenta de ensino

As redes sociais possibilitam que os educadores disponibilizem conteúdos extras para os estudantes, promovam discussões, tirem dúvidas e façam a mediação de grupos de estudo. Por meio dessa interação, os professores conseguem verificar as melhorias na escrita, a capacidade argumentativa, o interesse em determinados assuntos e a habilidade de seus alunos em elaborar textos.

Embora essa seja uma das tendências mais acessíveis, é importante ter atenção aos conteúdos obrigatórios que serão disponibilizados. Como nem sempre todos os alunos têm redes sociais, os professores não podem oferecer todas as informações apenas por esse meio.

4. Armazenamento em nuvem para materiais didáticos

O armazenamento de arquivos na nuvem permite que o usuário salve e compartilhe dados e arquivos de modo remoto e possa acessá-los em qualquer lugar e de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Uma das principais vantagens dessa tecnologia é que o aluno pode iniciar um trabalho na escola e terminá-lo em casa (e vice-versa). Além disso, é possível trabalhar com diversos aplicativos e arquivos sem a necessidade de instalá-los em um dispositivo.

O Google Drive é um bom exemplo que pode ser aplicado nos colégios. Ele permite que alunos e professores criem e armazenem documentos, apresentações e planilhas. Outra vantagem desse tipo de armazenamento é que as aulas não se perdem, pois podem ser gravadas e compartilhadas posteriormente.

5. Realidade virtual e realidade aumentada em sala de aula

A realidade virtual proporciona uma experiência imersiva, permitindo a aplicação de simulações realistas. É possível proporcionar ao estudante, por exemplo, a experiência de vivenciar outras épocas ou locais.

A realidade aumentada, por sua vez, é a integração do mundo digital nas atividades habituais. Os conteúdos podem ser acessados por meio de códigos especiais que geram experiências ímpares de aprendizado, até fora da sala de aula.

Alguns times da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL — National Football League) já estão empregando a realidade virtual nos seus treinos, por meio de vídeos em 360°. A experiência tem demonstrado que, além de diminuir os riscos de lesão dos profissionais, seus tempos de reação têm melhorado consideravelmente.

6. Dispositivos mobile como uma das tecnologias educacionais

Os smartphones e os tablets estão cada vez mais presentes na vida de todos os indivíduos e, agora, vêm transformando os métodos educacionais. Por meio dos dispositivos móveis, é possível ter acesso fácil a diversos ambientes virtuais, aplicativos, blogs e sites e unir o mundo dentro e fora da sala de aula.

Nesse contexto, é viável, por exemplo, unificar o ensino presencial a um aplicativo que complemente as informações da aula. Dessa forma, é mais fácil capturar a atenção do estudante contemporâneo.

É importante que, ao adotar o uso desses dispositivos, a escola desenvolva projetos pedagógicos consistentes, que transformem essas ferramentas em aparatos em prol de uma educação mais moderna e eficaz.

7. Programação e robótica para estimular a criatividade

A demanda por essas atividades vem crescendo a cada ano. A programação é capaz de ensinar novas formas de analisar e resolver problemas, com uma sequência de passos coesos que um computador ou um humano podem executar de forma efetiva.

Dessa forma, a programação é capaz de estimular o raciocínio lógico e a criatividade e de desenvolver habilidades para a solução de situações adversas.

Já a robótica faz a ligação entre o mundo digital e o mundo real, por intermédio de máquinas cada vez mais capazes de interagir com o entorno. Ela também estimula a criatividade e desenvolve o interesse dos alunos pelas áreas da matemática, da física e da engenharia.

Essas tecnologias educacionais ajudam a tornar o aprendizado mais completo e interativo, de forma a melhorar a experiência dos alunos com a escola. É possível decidir o melhor método de ensino de acordo com os perfis das turmas, apresentando inovação e qualidade sem perder tradição e referência.

Gostou do conteúdo? Para que seus amigos e colegas de profissão também fiquem por dentro desse assunto tão relevante, compartilhe este post em suas redes sociais!

Fonte: https://escolaweb.com.br/artigos/7-tendencias-em-tecnologias-educacionais-para-2018/

O futuro da tecnologia na educação


Não há nenhuma dúvida quanto a esse futuro. Os recursos já existentes e aqueles que estão por surgir, sejam ou não criados para uso educacional, se forem aplicáveis ao trabalho nas escolas e universidades, irão ganhar cada vez mais espaço em atividades de ensino e aprendizagem, sejam elas realizadas dentro das salas de aula ou não. 

As maiores barreiras existentes são aquelas criadas pelos próprios educadores. A cultura prévia, dominante nas escolas até os dias atuais, com grande força, precisa ser revista. Isso significa superar práticas em que o protagonismo é todo do professor e migrar para uma cultura de colaboração e criação, de ensejo a pesquisa e solução de problemas, em que os estudantes ganham protagonismo, dividindo o centro do palco com os docentes. O ensino e a aprendizagem têm que se tornar mais significativos. O uso de recursos de tecnologia, planejado, consciente, em sintonia com outras práticas, capaz de entender o todo e o indivíduo é algo que se almeja.

O trabalho com foco em projetos, envolvendo diferentes competências e habilidades, orquestrado pelo professor, sintonizado com o que acontece no mundo e nos arredores onde os alunos vivem, contextualizado portanto, é algo que precisa se consolidar como metodologia.

O ensino híbrido, a aula invertida, a personalização, a cultura Maker, os FabLabs, o big data, a gamificação, o ensino da programação, a robótica, simulações, animações, videoaulas, o ensino em distintas e cada vez mais ricas e equipadas plataformas digitais e tudo o que já surgiu e está em uso para que a educação aconteça será ainda mais presente e forte com a inteligência artificial que nos próximos anos irá se tornar mais e mais onipresente.

Em tudo, no entanto, o fator humano, deve ser preponderante, a definir o rumo, a se mostrar presente, a plantar entre os educandos a ética, a cidadania, o respeito, a solidariedade, a capacidade de empreender, a busca pelo conhecimento e o uso consciente e inteligente daquilo que for construído por suas ações, pesquisas, sempre pelo melhor para todos.

Estruturalmente, a escola atual não difere daquela do início do século passado, no entanto, os estudantes de hoje não aprendem da mesma forma que os do século anterior. Crianças e jovens estão cada vez mais conectados às tecnologias digitais, configurando-se como uma geração que estabelece novas relações como o conhecimento e que, portanto, requer que as transformações aconteçam na escola. (Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto e Fernando de Melo Trevisani)

A educação com mais tecnologias irá seguir sendo feita por e para pessoas, por isso, é preciso estar atento as questões emocionais e sociais, igualmente parte importante da formação das crianças e adolescentes.

Resultados a serem auferidos dentre aquilo que foi ensinado não mais ficarão restritos a resultados de provas e avaliações, devem ser fruto de toda a produção do aluno, com registros diários a orientar o olhar dos educadores e famílias, criando portfólios que irão facilitar a compreensão do processo de aprendizagem, do potencial dos alunos, de suas dificuldades e forças, daquilo que estão a se tornar ao longo de seu desenvolvimento.

Se há ciência, tecnologia e matemática na educação presente e futura, com o apoio das tecnologias, como preconizam os defensores do STEAM, existe e é preciso dar evidência as artes e, com ela, as humanidades, para que o futuro seja não só de realizadores, capazes de levar o homem a outros planetas e salvar vidas, mas de apreciar e criar uma nova estética, valorizar a produção clássica e popular da humanidade, viver em sociedade de forma organizada e respeitosa, buscando a paz, o amor e a felicidade para todos.

Mas como empreender tudo isso?

Tudo o que foi descrito está em desenvolvimento nesse exato momento, em universidades, escolas, laboratórios e empresas; sendo pensado e proposto por governos e organizações não-governamentais. As informações nos chegam de todos os cantos do mundo. Estão, no entanto, dispersas e por vezes, desconexas. É preciso organizar esse universo de dados, pensar e propor projetos educacionais consistentes e em sintonia com o que nos chega, sem nunca abrir mão dos valores universais mais caros a humanidade, como a liberdade, a democracia, a tolerância, a solidariedade, o direito a vida, a igualdade e a possibilidade de trabalhar, empreender e viver de forma digna.

Segundo Manuel Castells (2000), os agitados tempos em que vivemos, com suas mudanças na organização social, nas relações interpessoais e suas novas formas de gerenciar socialmente o conhecimento, representam, mais do que uma época de mudanças, uma verdadeira mudança de época. No caso da educação, a solução não pode ser sentir saudades dos tempos passados, da velha escola, muito menos, como alguns pretendem, fazer o possível para que ela volte. Mas também não basta fazer pequenos ajustes, colocar band-aids em nossas aulas e em nossos hábitos docentes, introduzindo os computadores e alguma outra tecnologia para continuar desenvolvendo os mesmos currículos. (Carlos Monereo e Juan Ignacio Pozo)

Estudar os projetos já existentes. Buscar parcerias. Entender as novas tecnologias e metodologias. Compartilhar ideias. Criar novas iniciativas. Incluir todos no processo. Fazer com que as famílias sejam participantes nesse processo. Instigar os alunos a realizar e registrar. Transformar os educadores em regentes dessas orquestras. São alguns dos caminhos a serem seguidos.

O futuro já está aqui, deixou de ser apenas o amanhã, tornou-se o hoje, mas precisa de engajamento, de prazer e de muita disposição para acontecer, senão tudo não passa de sonho, ilusão e não irá acontecer…

Faça com que essa realidade seja a sua, desde hoje, começando com pequenos passos, se apropriando de novas tecnologias dia após dia, estudando as metodologias, trazendo para seu planejamento, executando em sala de aula, acertando e errando, começando tudo de novo, dando sempre crédito a todos os envolvidos, entendendo que para atingir seus objetivos, muitos passos terão que ser dados…

Fonte: http://www.plannetaeducacao.com.br/portal/tecnologia-na-educacao/a/246/o-futuro-da-tecnologia-na-educacao

Tecnologia: como a educação pode se adaptar e obter sucesso

. Entretanto, quando utilizada corretamente, ela pode ser um dos maiores aliados da Educação. Diante de tantos inventos tecnológicos, não é difícil encontrar aplicações didáticas a eles. Confira agora algumas maneiras de adaptar a Educação a esse mundo conectado e melhorar o aprendizado dos estudantes!

Modernizar o material escolar

Em um mundo onde a preservação ambiental se torna cada vez mais essencial, pode ser estranho ainda depender de tanto lápis e papel. Contudo, aos poucos isso está mudando. Muitas escolas já passaram a utilizar diversas alternativas digitais para os materiais escolares. Desde projetores e lousas digitais até tablets e atividades digitais para os alunos, a Educação tende a ficar cada vez mais digital.

Os tablets caíram nas graças dos educadores, pois são mais baratos e práticos do que os laptops, e permitem que os alunos acessem todos os livros escolares e realizem as atividades sem a necessidade de carregar tanto peso. As escolas também já começaram a implementar a divulgação digital das notas de suas avaliações, assim como um portal para que os pais possam ter acesso a comentários, elogios e reclamações dos professores sobre o desempenho escolar das crianças.

Internet além das redes sociais e dos mecanismos de busca

A internet tem um poder muito maior do que o de ser utilizada apenas para redes sociais e os sites de busca. Muitos professores já perceberam que alguns dos deveres de casa são realizados com uma busca superficial e uma cópia dos principais resultados encontrados.

É preciso incentivar os alunos a irem além da cópia e buscar produzir a própria versão do conteúdo, de acordo com o seu entendimento sobre a comparação dos dados da pesquisa. Outra alternativa é colocar a internet a favor das ideias dos alunos. Um projeto chamado GLOBE, por exemplo, conecta mais de 4 mil escolas do mundo com cientistas. Através da plataforma, os alunos coletam dados ambientais de suas regiões e os enviam aos especialistas, que ajudam a analisá-los e a sugerir soluções para problemas do meio ambiente local.

Estimular a cooperação e a interação

Atualmente, existem diversas ferramentas de compartilhamento simultâneo de arquivos, como o Google Drive, o Dropbox e o OneDrive. Essas ferramentas não permitem apenas que os alunos acessem os arquivos para estudo, mas também que realizem atividades através de uma colaboração online em tempo real. Isso serve tanto para realizar trabalhos e tarefas de casa, como para fazer sessões de debates e estudo online.

Jogos a favor da educação

Os jogos sempre foram ótimos para desenvolver algumas habilidades de concentração, visão periférica, análise crítica e raciocínio rápido. Se forem utilizados corretamente, os games podem tornar o aprendizado mais vivencial e divertido.

A Clickideia, por exemplo, é uma empresa brasileira provedora de conteúdo educacional para escolas públicas e privadas. Ela desenvolveu, focando em alunos do Rio Grande do Norte, um jogo interativo que aborda um massacre ocorrido durante a invasão holandesa no Estado, em 1645. É uma forma diferente de aprender um fato histórico e que pode ser mais eficiente para as crianças do que a leitura simples.

Aulas e avaliações online

Outro recurso que já vem sendo utilizado por algumas escolas e faculdades são as aulas e avaliações online. Embora geralmente sejam aplicadas a apenas algumas disciplinas, o uso de videoaulas para o aprendizado permite que o aluno aprenda a qualquer momento, em seu próprio ritmo, além de poder reassistir a aula diversas vezes. Isso personaliza a construção de seu conhecimento e exercita a autonomia acadêmica.

Já as avaliações online permitem que os professores possuam um feedback mais rápido, podendo ser utilizadas para diferenciar as principais dificuldades, e facilidades, de cada aluno.

Ensino híbrido

No Objetivo Sorocaba, o ensino híbrido foi adotado como método de ensino para o uso eficiente da tecnologia na educação.

Há três anos, esse método é utilizado com alunos desde a Educação Infantil, até o Ensino Médio, sendo que o Fundamental I tem, no mínimo, uma aula híbrida semanal para cada turma, e o Fundamental II tem uma aula híbrida por bimestre, em cada disciplina.