Criar Pasta Compartilhada em Rede Privada

Como mudar o nome e a senha de acesso do seu roteador

Por Lucas Santana, Vinicius Salvato e Carlos Neto – formados em técnico em informática pelo Senac – SP e com certificação FURUKAWA PROFESSIONAL UPDATE.

Caso você queira mudar o nome e a senha de acesso do seu roteador , abaixo ensinaremos como fazer isso. O processo pode variar de roteador a roteador, mas em geral o processo é o mesmo para todos, para isso é preciso acessar as configurações do roteador e mudar essas informações a partir de lá.

1. Descubra qual é o IP do seu roteador

Para acessar as configurações do seu roteador, você precisará abrir o navegador. Em seguida, na barra de endereços, você precisara colocar o IP dele. Trata-se de um conjunto de quatro grupos de três números, cada grupo separado do demais por um ponto. O número pode variar entre roteadores. Para saber qual é o seu IP basta seguir este passo.

Windows:  Na área de trabalho, aperte a tecla Windows + R, escreva “cmd”  e aperte enter. Isso fará com que o prompt de comando apareça. Escreva em seguida “ipconfig” e aperte enter. Alguns dados sobre a rede apareceram. Procure por “Gateway padrão” e anote o número que está ao lado: esse é o endereço do roteador.

Agora basta colocar esse endereço na barra de pesquisa de seu navegador.

2. Acessando as configurações do roteador

Assim que colocar o endereço seu navegador mostrará uma tela de login. Por padrão, o nome de usuário é “admin” e a senha padrão também é “admin”. Caso não lembre a senha, o manual do seu roteador deve ter mais informações sobre a senha padrão dele. Se você mudou a senha e não se lembra dela, segure o botão liga/desliga do seu roteador por 30 segundos: isso reverterá a senha para o padrão.

3. Procure pelas configurações Wi-Fi ou Ferramentas de sistema

O nome para entra pode variar de roteador a roteador, nesse caso o nosso roteador é da marca TP-LINK. No menu da lateral esquerda, clique em “Ferramentas do Sistema” e depois na subcategoria “Usuário e Senha”. Digite o nome de usuário e senha padrões (admin) e em seguida personalize esses dados com seus códigos pessoais. Lembre-se de repetir a senha nova no último campo. Confirme em “Salvar”.

Talvez o seu roteador peça para que você o reinicie antes de aplicar as mudanças. Assim que ele ligar, sua rede já estará com o novo nome e senha. Você precisará conectar novamente todos os seus dispositivos.

Tutorial de instalação de um servidor Proxy, Linux, SQUID!

Instalação do Squid (Servidor Proxy)

Squid é um servidor proxy que suporta HTTP, FTP, HTTPS, ele roda em sistemas operacionais como o Linux e O Windows. Sua principal função é reduzir a conexão e melhora os tempos de resposta fazendo cache de requisições frequentes de páginas web numa rede de computadores.

A seguir você verá os comandos necessários para instalar o squid usando o Ubuntu:

Etapa 1 – Instalar o pacote

Os pacotes Squid estão disponíveis nos repositórios yum padrão. Execute o comando abaixo no seu servidor para instalar o servidor proxy SQUID.

$ sudo apt-get install apache2
$ sudo apt-get install sarg
$ sudo apt-get install squid

Etapa 2 – Configurar a porta Squid

A porta padrão para os servidores proxy Squid é 3128 . Você pode alterar isso de acordo com os requisitos. Para configurar o Squid em uma porta diferente, edite o arquivo de configuração do squid e altere o valor http_port com a nova porta.

/etc/squid/squid.conf

  http_port 3128

Depois de fazer a alteração, reinicie o serviço Squid para recarregar as alterações na configuração

$ sudo service squid restart

Os próximos passos ajudarão você a configurar o Squid Proxy Server nos sistemas Ubuntu. Use apenas as configurações necessárias para o seu servidor proxy.

Etapa 3 – Permitir todo o tráfego

Às vezes, você precisa permitir todo o tráfego no seu servidor proxy. No servidor Squid, abra o arquivo de configuração do Squid. Comente o http_access negar todas as linhas e adicione o http_access allow all entry neste arquivo.

/etc/squid/squid.conf

 http_access allow all
 #http_access deny all

Etapa 4 – Bloquear site específico com o Squid

Vamos começar com a configuração adicional, como bloquear qualquer site usando o servidor proxy squid. Adicione as regras abaixo para bloquear um site específico antes de permitir todas as regras. O exemplo abaixo bloqueará yahoo.com e www.rediff.com.

/etc/squid/squid.conf

acl blocksite1 dstdomain yahoo.com
acl blocksite2 dstdomain www.rediff.com
http_access deny blocksite1
http_access deny blocksite2

Se você possui uma lista longa de nomes de domínio, crie um arquivo /etc/squid/blockwebsites.lst e coloque os nomes de domínio um por linha e adicione a regra abaixo no arquivo de configuração do squid.

/etc/squid/squid.conf

acl blocksitelist dstdomain "/etc/squid/blockwebsites.lst"
http_access deny blocksitelist

exemplo de conteúdo do arquivo blockwebsites.lst :

$ cat /etc/squid/blockwebsites.lst
yahoo.com
www.rediff.com

Etapa 5 – Bloquear palavra-chave específica com o Squid

Adicione as regras abaixo para bloquear um site específico antes de permitir todas as regras. O exemplo abaixo bloqueará todas as páginas com a palavra-chave yahoo ou Gmail.

/etc/squid/squid.conf

acl blockkeyword1 url_regex yahoo
acl blockkeyword2 url_regex gmail
http_access deny blockkeyword1
http_access deny blockkeyword2

Se você possui uma lista longa de palavras-chave, crie um arquivo /etc/squid/blockkeywords.lst e coloque palavras-chave uma por linha e adicione a regra abaixo no arquivo de configuração do squid.

/etc/squid/squid.conf

acl blockkeywordlist url_regex "/etc/squid/blockkeywords.lst"
http_access deny blockkeywordlist

exemplo de conteúdo do arquivo blockkeywords.lst:

$ cat /etc/squid/blockkeywords.lst
yahoo
gmail
facebook

Parabéns, você instalou e configurou com êxito o servidor proxy Squid.

Criado e Postado Por: Gabriel Edgar, Henrique, André Augusto

7 aspectos que revelam o futuro próspero de um desenvolvedor web

São muitas as dúvidas que envolvem a escolha de uma carreira profissional e os estudantes de tecnologia acabam ficando confusos em relação ao futuro.

Por isso, nós do TreinaWeb resolvemos divulgar algumas informações sobre uma das principais tendências de carreira da modernidade: a carreira de Desenvolvedor Web.

Certamente a carreira para desenvolvedores Web não poderia estar em um momento melhor em 2017. Em uma pesquisa feita pela Forbes em conjunto com a Robert Half, uma empresa especialista em recrutamento dos Estados Unidos, a profissão de desenvolvedor Web está entre as 10 profissões mais promissoras de 2017, com um crescimento de 5,2%:

Certamente, o profissional que optar por seguir este caminho terá um futuro garantido em termos financeiros, já que a demanda por desenvolvedores Web é alta e tende a aumentar cada vez mais. Isso é justificado porque todas as organizações, em algum momento, precisarão de um desenvolvedor web, seja para manter projetos institucionais ou para criar aplicações internas e externas para apoio ao negócio.

E não são somente as empresas cujo core business é tecnologia da informação que necessitam de desenvolvedores web: a demanda por profissionais de desenvolvimento web em áreas como publicidade e marketing só vem aumentando ano após ano.

Profissionais da área de desenvolvimento web não tem só a ganhar em termos de oferta de trabalho e salários, mas também têm a ganhar em qualidade de vida, pois a profissão permite muita flexibilidade de tempo e espaço. Hoje, é perfeitamente viável e possível para um desenvolvedor web trabalhar do conforto de sua casa para uma empresa que às vezes nem fica no Brasil.

Neste artigo abordaremos 7 aspectos que revelam essa tendência positiva aos futuros desenvolvedores web.

  1. O mundo segue uma tendência digital
  2. As tecnologias e as linguagens estão mudando rapidamente
  3. Alta demanda por profissionais qualificados
  4. Diversas possibilidades de atuação: funcionário, prestador de serviços ou empreendedor digital
  5. Alta probabilidade de valorização individual
  6. Ótima remuneração financeira
  7. Alta probabilidade de qualidade de vida elevada

Boa leitura e não esqueça de comentar no final. =)Ahh, e depois de ler o artigo, sugerimos que você confira a exclusiva Formação de Desenvolvedor Web Iniciante que preparamos pra você.

1. O mundo segue uma tendência digital

É fácil perceber: praticamente todas as empresas, desde as pequenas até as grandes, estão fazendo uso da tecnologia digital para otimizar os seus negócios em vários âmbitos, como por exemplo, propaganda e marketing, automatização de processos, comunicação interna, entre muitas outras aplicabilidades.

Os smartphones mostraram que vieram para ficar e já são a tela preferida de praticamente todos as pessoas. Por isso, algumas empresas se adaptaram e passaram a oferecer diversos serviços e comodidades por meio dessas telinhas. Isso é comprovado por uma pesquisa do IBGE que mostra que, entre todas as pessoas que acessam a internet regularmente no Brasil, 92,1% fazem esse acesso pelo celular, enquanto 70,1% fazem esse acesso pelos computadores tradicionais. Pelas diferenças nas porcentagens de acesso, já podemos perceber que uma parte considerável da população utiliza os smartphones como forma primária e única para acesso à internet e, consequentemente, para consumo de conteúdo, entretenimento, comunicação e negócios.

No entanto, a maioria das empresas ainda não está fazendo uso do mobile e sobram oportunidades para desenvolvedores web auxiliarem nesta empreitada, seja como funcionário fixo ou até mesmo como prestador de serviços.

Uma coisa é fato: O mundo está se tornando extremamente digital. As empresas precisam se adequar a essa realidade, se fazendo cada vez mais presentes na internet e nos smartphones… E isso é algo extremamente positivo para o profissional que decidir seguir uma carreira nesta área.

2. As tecnologias e linguagens estão mudando rapidamente

O que funciona perfeitamente e é moda hoje pode se tornar obsoleto amanhã. Este é o cenário atual, pois o mundo digital está evoluindo com muita rapidez e com isso há a necessidade de novas tecnologias e recursos.

Isso pode parecer ruim, mas na verdade, esse avanço rápido garante uma oxigenação constante de vagas profissionais, pois ao mesmo tempo em que surgem novas vagas para os profissionais mais antenados e atualizados com as tecnologias novas, há também oportunidades de atender empresas que estão em migração ou até mesmo aquelas que optam por continuar usando tecnologias mais antigas.

Outro ponto importantíssimo é que os ambientes web e mobile já são os principais, tomando frente em relação às aplicações desktop.Está curtindo a ideia de se tornar um desenvolvedor web? Então não deixe de conferir a nossa exclusiva Formação de Desenvolvedor Web Iniciante que preparamos pra você.

3. Alta demanda por profissionais qualificados

Assim como em qualquer área, os melhores se destacam. E no mundo digital, muitas vezes os melhores não necessariamente são os mais experientes. Muitas organizações estão valorizando os mais atualizados, ou seja, aqueles que acompanham e correm para aprender as novidades.

Acontece que muitas empresas estão buscando profissionais com perfil de aprendiz, ou seja, dispostos a aprender e apaixonados pela resolução de problemas.

Esses perfis de profissionais na maioria das vezes com pouca experiência, estão sendo considerados muito importantes pelas empresas, pois para as organizações não compensa manter funcionários que estão parados no tempo e não acompanham as tendências.

Por isso, existem muitas oportunidades para aqueles que estão com garra e vontade de aprender.

4. Diversas possibilidades de atuação: funcionário, prestador de serviços ou empreendedor digital

O profissional que decidir se tornar um desenvolvedor web é privilegiado, pois pode trabalhar de diversas formas dependendo das suas preferências ou da sua “visão de evolução na carreira”.

Para alguns, se manter numa empresa muitos anos é o cenário preferido, pois garante uma boa estabilidade com ótima remuneração, além de se tornar cada vez mais uma peça chave na organização.

Já para outros, ser funcionário é apenas um ponto de partida para que em seguida se possa montar seu próprio negócio de prestação de serviços na área, podendo ganhar muito mais que um funcionário. No entanto, esta empreitada envolve muito mais do que conhecimento técnico e exigirá do profissional um espirito empreendedor, muita resiliência e visão de negócios.

Há também o que é considerado “sonho” para muitos: aliar a tecnologia ao empreendedorismo e conseguir criar sua própria aplicação, software ou produto digital e assim ter a possibilidade de maiores rendimentos devido a escalabilidade dos negócios digitais e também, se bem administrado, uma qualidade de vida superior.

São diversas ramificações de carreira que o desenvolvedor web pode seguir e, portanto, um grande diferencial desta área.

Como o mercado para desenvolvedores web está em um momento excelente pelos motivos destacados anteriormente, as três possibilidades podem ser atingidas por quem trabalha com linguagens web.

5. Alta probabilidade de valorização individual

O que queremos dizer com isso é que independentemente se o desenvolvedor web trabalha numa empresa, é prestador de serviço ou tem seu próprio negócio digital ele certamente poderá trabalhar o seu “nome” ao longo do tempo.

Assim como os advogados e médicos tem uma alta valorização por seu nome, o desenvolvedor web poderá trabalhar o seu portfolio e seu marketing pessoal ao longo de sua carreira, conquistando assim um ativo muito valioso e que perdura no tempo: a valorização do seu nome.

É claro que essa tarefa não é simples e nem rápida, mas o profissional que se atentar às suas entregas e que sempre procurar divulgar e tornar esses méritos públicos, seja em seu blog, LinkedIn ou um site de portfolio, certamente conquistará essa reputação.

Uma boa pitada de networking a partir da participação em eventos, fóruns na internet e sites gringos também garantem mais visibilidade do seu nome e do seu trabalho.

6. Ótima remuneração financeira

Os profissionais de TI em geral estão sendo muito mais valorizados do que antigamente, pois agora, mais do que nunca, a tecnologia é parte essencial dos negócios.

Isso significa que os desenvolvedores web deixam de ser vistos como “custo” pelas empresas e passam a ser peças-chave para o sucesso financeiro das organizações.

Outro ponto importante é que a evolução digital está demandando muitos investimentos por parte das empresas e por isso há boas oportunidades com ótima remuneração, pois os bons profissionais estão escassos.

O site LoveMondays revelou que um desenvolvedor web júnior ganha em média R$ 2.360,00 no Brasil. Um desenvolvedor web sênior, segundo o mesmo site, ganha em média R$ 6.113,00.

Dependendo de fatores como o desenvolvimento da região ou cidade de atuação e do tamanho da empresa, além da qualificação e experiência do profissional, os salários podem facilmente ultrapassar essas médias. No próprio LoveMondays podemos encontrar empresas que oferecem um salário de mais de R$ 12.000,00 para desenvolvedores web.

E tem mais ainda: a média deixa de ser parâmetro quando o profissional se torna um especialista e vai crescendo ao longo da carreira colecionando cases de sucesso. Profissionais que conseguem um nome forte na comunidade e que se apresentem como profundos conhecedores das tecnologias web podem facilmente ganhar rendimentos mais superiores ainda às médias apresentadas.

Assim como em qualquer outra carreira, o profissional deve procurar se diferenciar e sempre estar atento a caminhos diferenciados que podem garantir remunerações complementares ou até mesmo remunerações oriundas do seu próprio negócio.Realmente vale a pena, não acha? Então, confira a Formação de Desenvolvedor Web Iniciante que preparamos pra você.

7. Alta probabilidade de qualidade de vida elevada

Esse é um dos aspectos preferidos dos desenvolvedores web, pois a carreira permite uma boa flexibilidade de tempo e espaço mesmo quando se trata de empregos convencionais dentro das empresas.

A IBM por exemplo já tem 20% do seu quadro de funcionários em modelo remoto, algo que garante mais conforto e qualidade de vida.

É uma tendência mundial e as empresas estão percebendo que resultado é alcançar objetivos e metas e não cumprir horas em regime fechado.

Por serem altamente tecnológicos e dependentes apenas de internet, os desenvolvedores web têm alta probabilidade de conquistarem empregos diferenciados pelo modelo remoto e assim terem uma vida melhor.

Sendo funcionário ou não, o modelo remoto permite uma vida mais repleta de viagens, sono de qualidade, exploração de novos ambientes como coworkings e maior probabilidade de networking.

O mais interessante é que contando com a mobilidade geográfica, a remuneração de um desenvolvedor web pode passar a valer de 1 a 5x mais dependendo do país em que ele decidir morar ou passar um tempo.

Há países na América do Sul em que o custo de vida é baixíssimo!

Assim, dentre muitas outras carreiras e ramificações da área de tecnologia da informação, os profissionais que optarem pela jornada como desenvolvedor web certamente encontrarão um “lugar ao sol”.

Fonte: https://www.treinaweb.com.br/blog/sete-aspectos-que-revelam-o-futuro-prospero-de-um-desenvolvedor-web/

Ainda vale a pena aprender PHP?

Com certeza PHP ainda é uma das primeiras linguagens de programação que muita gente, e o motivo deste post é algumas coisas que venho escutando pela internet e depois de ver como o mercado de trabalho internacional.

Ainda que hoje em dia temos hypes e o mundo enterprise sempre cita coisas como Java, C#, NodeJS, etc…, o PHP ainda é uma das linguagens mais utilizadas na web, mesmo contando com diversos websites e lojas virtuais feitos com WordPress e Magento, ele continua sendo o queridinho de muita gente, inclusive para o mundo das startups.

Bom aqui vai os meus 2 centavos sobre a visão crítica sobre as pessoas que criticam a linguagem.

Ele continua na ativa e resolvendo o problema. Lidem com isso!

Sim, com certeza ainda vale muito a pena e por um bom tempo ainda valerá, e apesar de algumas desvantagens como a tipagem que tem seus pros e contra, possui muito lixo na internet com coisas antigas e tutoriais bobos, e finalmente os haters!

Mas em contrapartida é uma linguagem simples e flexível, pois suporta os paradigmas funcional e OO, não possui tipagem obrigatória além de uma ótima documentação e a comunidade ativa.

Eu particularmente continuo utilizando PHP nos meus projetos paralelos, mesmo gostando muito de NodeJS e Python, e mesmo com muitas criticas sobre ela, os mercados brasileiro e europeu estão procurando por bons desenvolvedores PHP para lidar com aplicações complexas utilizando tecnologias novas, microservicos e muito mais, eu precisava compartilhar com vocês que ele ainda vale a pena, mesmo minha primeira escolha seja JavaScript.

E por onde começar?

Bom, eu gosto de pensar nas coisas de forma simples, uma vez que vocês sabem HTML/CSS e lógica de programação, acho que consigo ver um roadmap em apenas 4 estágios:

0. O Essencial

Antes mesmo de começar a programar PHP, você certamente vai precisar instalar alguma solução AMP (Apache, MySQL, PHP), mas antes disso verifique os seguintes pontos:

  • O que são servidores web;
  • O que é HTTP;
  • Finalmente, instale o PHP;

1. Os Fundamentos

Como em toda linguagem, precisamos entender os fundamentos dela, logo precisamos entender as seguintes partes:

  • Sintaxe básica;
  • Declaração de variáveis e constantes;
  • Tipos de variáveis/dados;
  • Operadores aritméticos e de atribuição;
  • Operadores condicionais (IF/ELSE/SWITCH);
  • Loops (WHILE/FOR/FOREACH);
  • Arrays (Vetores/Matrizes);
  • Funções e as Funções nativas da linguagem (seu cinto de utilidades);

2. Web

Não faria sentido estudar PHP até agora sem aprender os benefícios que as linguagens backend nos trazem como:

  • Requisições GET e POST;
  • Sessões e Cookies;
  • Headers do HTTP;
  • Include e Require;
  • Variáveis superglobais;
  • Autenticação;

3. Banco de Dados

Depois de aprender o básico sobre Banco de Dados:

  • Aprenda SQL (SELECT, INSERT, UPDATE, DELETE, WHERE, OR, ORDER BY, JOIN’s …)
  • Como se conectar ao MySQL;
  • PDO Prepared Statements;
  • Faça um CRUD (Create, Read, Update e Delete)

4. Orientação a Objetos

Se você chegou até aqui e não tem dúvidas sobre as outras 3 fases, parabéns.

  • Classes vs. Objetos;
  • Propriedades e Métodos;
  • Métodos mágicos;
  • Interfaces, Herança e Polimorfismo
  • SPL e Design Patterns (Singleton, Factory, GRASP e MVC);

E o que mais?

Sabendo isso você já pode começar a se aventurar no mundo dos CMS’s e se divertir com o WordPress, aprender um framework como Laravel e muito mais.

Também esta na hora de aprender um pouco mais sobre as PSR’s, Composer, segurança, testes, I/O, webservices e design patterns.

Conclusão

Muitos podem te dizer que existem outras linguagens melhores para se aprender, de fato pode ser verdade ou não, mas ao meu ver, ela é uma linguagem que tem um bom segmento de mercado, então vale muito a pena aprende-la, pois ela pode te ajudar a resolver muitos problemas, os quais outras linguagens seriam como se você tivesse tentando matar uma formiga com uma bazuca.

Então por mais que você já tenhoa uma linguagem principal, você poderia aprende-la como mais uma carta na manga. Assim você terá um diferencial de outros desenvolvedores que insistem em aprender uma linguagem só.

Fonte: https://rafaell-lycan.com/2018/ainda-vale-aprender-php/

7 tendências em tecnologias educacionais

Como sabemos, o momento atual tem sido de constante evolução tecnológica, de mercado acirrado, de grande concorrência entre as escolas, de popularização do ensino híbrido e de famílias cada vez mais exigentes que buscam resultados e qualidade de ensino. Com isso, para se destacar no mercado da educação, faz-se necessário contar com novas ferramentas e tecnologias educacionais.

Como estão trabalhando crescentemente com a geração Z — que engloba os indivíduos também conhecidos como “nativos digitais” —, as instituições de ensino precisam inovar e buscar formas de tornar as aulas mais criativas, motivadoras e interessantes.
Pensando nisso, preparamos este artigo com 7 das principais tendências em tecnologias para educação que devem ganhar força no ano de 2018. Confira!

1. Gamificação no ensino

A gamificação é uma tendência que usa jogos digitais para atrair os estudantes e engajar as equipes em algum objetivo voltado ao aprendizado. Em geral, os jogos utilizados apresentam alguma bonificação, pontuação e diferentes níveis de dificuldade.

O uso da gamificação visa trazer atividades lúdicas para a escola, promovendo o trabalho em equipe, a criatividade, a flexibilidade e o entusiasmo dos jogadores. Dessa forma, o processo de aprendizagem se torna mais agradável, rápido e dinâmico.

O investimento das escolas deve ser feito em plataformas gamificadas, laboratórios de informática, aplicativos e técnicas que garantam um aprendizado baseado em inovação tecnológica e ambientes virtuais.

Nos Estados Unidos, por exemplo, após o lançamento e a popularização do jogo America’s Army, em 2005, foi constatado que o número de inscritos que havia jogado aumentou na academia militar. O game foi um projeto desenvolvido pelo Exército para ajudar a incentivar o recrutamento de jovens e tornou-se uma importante ferramenta de marketing.

2. Chatbots para esclarecer dúvidas de alunos

Os chatbots — do inglês “chatter”, tagarelar, e “robot”, robô — são recursos possibilitados a partir de um programa de computador capaz de direcionar e incentivar conversas via texto ou voz.

Em 2015, Ashok Goel ministrava aulas online para o curso de Ciências da Computação, no Instituto de Tecnologia da Geórgia, e resolveu utilizar um robô para responder as questões mais simples e regulares dos seus alunos. Batizado de Jill Watson, os alunos não desconfiaram de que, na verdade, tratava-se de uma inteligência artificial.

Além de esclarecer dúvidas, o chatbot pode ser utilizado para fazer revisões e gerar avisos e lembretes para os alunos. Conforme as questões se tornem mais avançadas ou muito específicas, um professor pode intervir e direcionar a conversa.
3. Redes sociais como ferramenta de ensino

As redes sociais possibilitam que os educadores disponibilizem conteúdos extras para os estudantes, promovam discussões, tirem dúvidas e façam a mediação de grupos de estudo. Por meio dessa interação, os professores conseguem verificar as melhorias na escrita, a capacidade argumentativa, o interesse em determinados assuntos e a habilidade de seus alunos em elaborar textos.

Embora essa seja uma das tendências mais acessíveis, é importante ter atenção aos conteúdos obrigatórios que serão disponibilizados. Como nem sempre todos os alunos têm redes sociais, os professores não podem oferecer todas as informações apenas por esse meio.

4. Armazenamento em nuvem para materiais didáticos

O armazenamento de arquivos na nuvem permite que o usuário salve e compartilhe dados e arquivos de modo remoto e possa acessá-los em qualquer lugar e de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Uma das principais vantagens dessa tecnologia é que o aluno pode iniciar um trabalho na escola e terminá-lo em casa (e vice-versa). Além disso, é possível trabalhar com diversos aplicativos e arquivos sem a necessidade de instalá-los em um dispositivo.

O Google Drive é um bom exemplo que pode ser aplicado nos colégios. Ele permite que alunos e professores criem e armazenem documentos, apresentações e planilhas. Outra vantagem desse tipo de armazenamento é que as aulas não se perdem, pois podem ser gravadas e compartilhadas posteriormente.

5. Realidade virtual e realidade aumentada em sala de aula

A realidade virtual proporciona uma experiência imersiva, permitindo a aplicação de simulações realistas. É possível proporcionar ao estudante, por exemplo, a experiência de vivenciar outras épocas ou locais.

A realidade aumentada, por sua vez, é a integração do mundo digital nas atividades habituais. Os conteúdos podem ser acessados por meio de códigos especiais que geram experiências ímpares de aprendizado, até fora da sala de aula.

Alguns times da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL — National Football League) já estão empregando a realidade virtual nos seus treinos, por meio de vídeos em 360°. A experiência tem demonstrado que, além de diminuir os riscos de lesão dos profissionais, seus tempos de reação têm melhorado consideravelmente.

6. Dispositivos mobile como uma das tecnologias educacionais

Os smartphones e os tablets estão cada vez mais presentes na vida de todos os indivíduos e, agora, vêm transformando os métodos educacionais. Por meio dos dispositivos móveis, é possível ter acesso fácil a diversos ambientes virtuais, aplicativos, blogs e sites e unir o mundo dentro e fora da sala de aula.

Nesse contexto, é viável, por exemplo, unificar o ensino presencial a um aplicativo que complemente as informações da aula. Dessa forma, é mais fácil capturar a atenção do estudante contemporâneo.

É importante que, ao adotar o uso desses dispositivos, a escola desenvolva projetos pedagógicos consistentes, que transformem essas ferramentas em aparatos em prol de uma educação mais moderna e eficaz.

7. Programação e robótica para estimular a criatividade

A demanda por essas atividades vem crescendo a cada ano. A programação é capaz de ensinar novas formas de analisar e resolver problemas, com uma sequência de passos coesos que um computador ou um humano podem executar de forma efetiva.

Dessa forma, a programação é capaz de estimular o raciocínio lógico e a criatividade e de desenvolver habilidades para a solução de situações adversas.

Já a robótica faz a ligação entre o mundo digital e o mundo real, por intermédio de máquinas cada vez mais capazes de interagir com o entorno. Ela também estimula a criatividade e desenvolve o interesse dos alunos pelas áreas da matemática, da física e da engenharia.

Essas tecnologias educacionais ajudam a tornar o aprendizado mais completo e interativo, de forma a melhorar a experiência dos alunos com a escola. É possível decidir o melhor método de ensino de acordo com os perfis das turmas, apresentando inovação e qualidade sem perder tradição e referência.

Gostou do conteúdo? Para que seus amigos e colegas de profissão também fiquem por dentro desse assunto tão relevante, compartilhe este post em suas redes sociais!

Fonte: https://escolaweb.com.br/artigos/7-tendencias-em-tecnologias-educacionais-para-2018/

O futuro da tecnologia na educação


Não há nenhuma dúvida quanto a esse futuro. Os recursos já existentes e aqueles que estão por surgir, sejam ou não criados para uso educacional, se forem aplicáveis ao trabalho nas escolas e universidades, irão ganhar cada vez mais espaço em atividades de ensino e aprendizagem, sejam elas realizadas dentro das salas de aula ou não. 

As maiores barreiras existentes são aquelas criadas pelos próprios educadores. A cultura prévia, dominante nas escolas até os dias atuais, com grande força, precisa ser revista. Isso significa superar práticas em que o protagonismo é todo do professor e migrar para uma cultura de colaboração e criação, de ensejo a pesquisa e solução de problemas, em que os estudantes ganham protagonismo, dividindo o centro do palco com os docentes. O ensino e a aprendizagem têm que se tornar mais significativos. O uso de recursos de tecnologia, planejado, consciente, em sintonia com outras práticas, capaz de entender o todo e o indivíduo é algo que se almeja.

O trabalho com foco em projetos, envolvendo diferentes competências e habilidades, orquestrado pelo professor, sintonizado com o que acontece no mundo e nos arredores onde os alunos vivem, contextualizado portanto, é algo que precisa se consolidar como metodologia.

O ensino híbrido, a aula invertida, a personalização, a cultura Maker, os FabLabs, o big data, a gamificação, o ensino da programação, a robótica, simulações, animações, videoaulas, o ensino em distintas e cada vez mais ricas e equipadas plataformas digitais e tudo o que já surgiu e está em uso para que a educação aconteça será ainda mais presente e forte com a inteligência artificial que nos próximos anos irá se tornar mais e mais onipresente.

Em tudo, no entanto, o fator humano, deve ser preponderante, a definir o rumo, a se mostrar presente, a plantar entre os educandos a ética, a cidadania, o respeito, a solidariedade, a capacidade de empreender, a busca pelo conhecimento e o uso consciente e inteligente daquilo que for construído por suas ações, pesquisas, sempre pelo melhor para todos.

Estruturalmente, a escola atual não difere daquela do início do século passado, no entanto, os estudantes de hoje não aprendem da mesma forma que os do século anterior. Crianças e jovens estão cada vez mais conectados às tecnologias digitais, configurando-se como uma geração que estabelece novas relações como o conhecimento e que, portanto, requer que as transformações aconteçam na escola. (Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto e Fernando de Melo Trevisani)

A educação com mais tecnologias irá seguir sendo feita por e para pessoas, por isso, é preciso estar atento as questões emocionais e sociais, igualmente parte importante da formação das crianças e adolescentes.

Resultados a serem auferidos dentre aquilo que foi ensinado não mais ficarão restritos a resultados de provas e avaliações, devem ser fruto de toda a produção do aluno, com registros diários a orientar o olhar dos educadores e famílias, criando portfólios que irão facilitar a compreensão do processo de aprendizagem, do potencial dos alunos, de suas dificuldades e forças, daquilo que estão a se tornar ao longo de seu desenvolvimento.

Se há ciência, tecnologia e matemática na educação presente e futura, com o apoio das tecnologias, como preconizam os defensores do STEAM, existe e é preciso dar evidência as artes e, com ela, as humanidades, para que o futuro seja não só de realizadores, capazes de levar o homem a outros planetas e salvar vidas, mas de apreciar e criar uma nova estética, valorizar a produção clássica e popular da humanidade, viver em sociedade de forma organizada e respeitosa, buscando a paz, o amor e a felicidade para todos.

Mas como empreender tudo isso?

Tudo o que foi descrito está em desenvolvimento nesse exato momento, em universidades, escolas, laboratórios e empresas; sendo pensado e proposto por governos e organizações não-governamentais. As informações nos chegam de todos os cantos do mundo. Estão, no entanto, dispersas e por vezes, desconexas. É preciso organizar esse universo de dados, pensar e propor projetos educacionais consistentes e em sintonia com o que nos chega, sem nunca abrir mão dos valores universais mais caros a humanidade, como a liberdade, a democracia, a tolerância, a solidariedade, o direito a vida, a igualdade e a possibilidade de trabalhar, empreender e viver de forma digna.

Segundo Manuel Castells (2000), os agitados tempos em que vivemos, com suas mudanças na organização social, nas relações interpessoais e suas novas formas de gerenciar socialmente o conhecimento, representam, mais do que uma época de mudanças, uma verdadeira mudança de época. No caso da educação, a solução não pode ser sentir saudades dos tempos passados, da velha escola, muito menos, como alguns pretendem, fazer o possível para que ela volte. Mas também não basta fazer pequenos ajustes, colocar band-aids em nossas aulas e em nossos hábitos docentes, introduzindo os computadores e alguma outra tecnologia para continuar desenvolvendo os mesmos currículos. (Carlos Monereo e Juan Ignacio Pozo)

Estudar os projetos já existentes. Buscar parcerias. Entender as novas tecnologias e metodologias. Compartilhar ideias. Criar novas iniciativas. Incluir todos no processo. Fazer com que as famílias sejam participantes nesse processo. Instigar os alunos a realizar e registrar. Transformar os educadores em regentes dessas orquestras. São alguns dos caminhos a serem seguidos.

O futuro já está aqui, deixou de ser apenas o amanhã, tornou-se o hoje, mas precisa de engajamento, de prazer e de muita disposição para acontecer, senão tudo não passa de sonho, ilusão e não irá acontecer…

Faça com que essa realidade seja a sua, desde hoje, começando com pequenos passos, se apropriando de novas tecnologias dia após dia, estudando as metodologias, trazendo para seu planejamento, executando em sala de aula, acertando e errando, começando tudo de novo, dando sempre crédito a todos os envolvidos, entendendo que para atingir seus objetivos, muitos passos terão que ser dados…

Fonte: http://www.plannetaeducacao.com.br/portal/tecnologia-na-educacao/a/246/o-futuro-da-tecnologia-na-educacao

Segurança da informação: o que é e 12 dicas práticas para garantir

Segurança da informação. Um conjunto de palavras tão simples, mas de fundamental importância para qualquer empresa, principalmente para o setor de TI.

Mais do que estratégica, a segurança da informação é essencial para a proteção do conjunto de dados da corporação. E, como se sabe, são fundamentais para as atividades do negócio.

Quando bem aplicada, é capaz de blindar a empresa de ataques digitais, desastres tecnológicos ou falhas humanas. Porém, qualquer tipo de falha, por menor que seja, abre brecha para problemas.

É fundamental que os gestores compreendam a importância da segurança da informação, todos os aspectos envolvidos e técnicas e informações que auxiliam a aprimorar a segurança do negócio.

Continue lendo e saiba tudo o que é importante sobre segurança da informação, para que possa aplicá-la em sua rotina de trabalho.

O que é segurança da informação?

O nome é sugestivo: segurança da informação diz respeito ao conjunto de ações para proteção de um grupo de dados, protegendo o valor que ele possui, seja para um indivíduo específico no âmbito pessoal, seja para uma organização.

Ela não está restrita a sistemas comunicacionais, se aplicando a todos os aspectos de proteção de dados. Mas este conteúdo irá focar nesse aspecto, para facilitar o trabalho da área TI.

O que envolve a segurança da informação?

A segurança da informação se baseia nos seguintes pilares:

  • confidencialidade;
  • integridade;
  • disponibilidade;
  • autenticidade.

Ou seja, é necessário que as ações realizadas se dediquem a garantir esses quatro aspectos anteriores. E não é difícil compreender seu contexto na área de segurança.

Por exemplo, um erro de confidencialidade pode expor dados estratégicos da organização para concorrentes, ou então um vazamento de dados de clientes realizado por hackers.

Esse tipo de problema gera prejuízos financeiros e problemas com a imagem da corporação no mercado, evidenciando as falhas de segurança para o público.

A integridade das informações também é essencial. Por exemplo, um erro no disco rígido pode corromper determinados arquivos importantes. Sem um backup, as funções da empresa podem ficar comprometidas.

Disponibilidade é outro ponto essencial, já que os dados precisam estar acessíveis no momento em que foram requisitados, principalmente para garantir a agilidade dos processos.

Isso pode ser impedido, por exemplo, por ataques de sequestro de dados (ransomware), que tem justamente a indisponibilidade como objetivo.

Por fim, para garantir a segurança de dados, é fundamental garantir meios de autenticidade das informações preservadas. Há um grande risco de fraudes e isso pode causar problemas graves a longo prazo.

Por exemplo, o uso de informações de cartões de crédito pode levar a clonagem dos dados. E isso é evidenciado para o público que perde a confiança na empresa.

A pessoa saberá que foi uma falha de segurança gerada na organização que levou ao problema e deixará de ser cliente, bem como irá informar outros colegas sobre a situação.

E, em tempos de redes sociais, uma informação pode ser propagada rapidamente, gerando uma imagem ruim da área de segurança da informação da empresa, manchando seu nome como profissional.

Portanto, é imprescindível que as ações a serem implementadas na área de segurança priorizem sempre estes quatro pilares. Não perca eles de vista no seu dia a dia no trabalho.

Qual é a importância da segurança da informação para as empresas?

A segurança da informação é mais do que uma questão estratégica para a empresa: ela é uma das responsáveis pela possibilidade de funcionamento do negócio.

Afinal, como sabemos, dados são poder. E, cada vez mais, no ambiente empresarial, eles são utilizados de forma estratégica para o funcionamento e crescimento da organização.

Por exemplo, o uso de big data nas corporações é cada vez mais disseminado. Porém, ele só funciona adequadamente se os dados estiverem disponíveis e forem precisos.

Se, por falhas tecnológicas, um servidor para de receber determinadas informações, a análise fica comprometida e, assim, pode-se gerar uma visão errada da situação atual.

Além disso, toda empresa trabalha com informações estratégicas em seu funcionamento: análise de concorrência, prospecção da criação de novos produtos ou serviços, análise de mercado, entre outros.

Muitos cibercriminosos, sabendo disso, tendem a realizar invasões a fim de obterem essas informações e vendê-las, a fim de fornecer vantagem competitiva. Portanto, é essencial se precaver.

Outro ponto essencial é: os cibercrimes têm crescido exponencialmente. E não é só para vazamento de informações, mas também para sequestro de dados (como os ataques ransomware), ataques DDoS (que tornam as informações indisponíveis), entre outros.

E o Brasil está na mira dos hackers: nós somos o segundo país no mundo com o maior número de crimes nessa área, atrás apenas da China, com um prejuízo de US$ 22 bilhões.

Por isso, é importante ter consciência do cenário em que estamos imersos e a necessidade real de evitar qualquer tipo de prejuízo mais grave para a empresa em que trabalha.

E isso só é possível por meio de um planejamento e implementação de medidas de segurança da informação que contemplem o negócio como um todo.

Essas medidas evitam que os problemas ocorram e, caso a situação se concretize, você tenha planos de contingência a serem aplicados.

Como aprimorar a segurança da informação por meio de 12 dicas práticas?

Não basta apenas implementar as práticas de segurança da informação — é necessário assegurar que não há brechas. Para isso, é preciso que sejam aplicadas as melhores ações nessa área.

Portanto, veja 12 dicas práticas que você deve implementar na sua área de TI o quanto antes e previna situações de risco que podem complicar o seu trabalho.

1. Acompanhe as tendências e evoluções da área

Uma realidade da área de tecnologia é: as tendências e evoluções são muito rápidas dentro deste setor.

Soluções novas são criadas todos os dias pelas maiores empresas especializadas da área, o que já torna necessário que os responsáveis da área de TI se mantenham atentos.

Porém, a área de segurança da informação exige cuidados maiores neste aspecto. Isto porque os cibercriminosos também criam e investem em novos mecanismos de ação todos os dias.

Um dos grandes exemplos foi o ransomware, que surpreendeu os especialistas em segurança de imediato, causando espanto em um primeiro momento, até a criação dos protocolos de mitigação de danos.

Por isso, é fundamental pesquisar e estar atento todos dias às inovações que são lançadas. Assim, caso apareça alguma novidade, você poderá implementar medidas de contenção o quanto antes.

2. Mantenhas os softwares e drives atualizados

Um dos principais meios de acesso dos hackers aos sistemas é por meio de falhas encontradas em softwares, sistemas operacionais e drives.

Por isso as empresas fornecedoras estão sempre lançando novas atualizações, corrigindo as falhas que permitem esse tipo de ação e tornando os sistemas mais seguros.

Porém, não adianta este trabalho se os gestores de TI não atualizarem os sistemas regularmente. Desta forma, as brechas permanecem e os cibercriminosos continuam tendo seus mecanismos de ação facilitados.

3. Estabeleça controle de acesso para os colaboradores

Uma forma comum de facilitar os problemas de segurança da informação é por meio de ações inadequadas dos usuários. Vamos citar um exemplo bem corriqueiro.

Um funcionário com acesso a informações não concernentes a sua área, sem querer, realiza uma exclusão de um arquivo importante, que não estava presente em nenhum backup feito anteriormente.

Este tipo de falha humana é corriqueiro nas empresas. E pode ser dificultado por meio do controle de acesso para os colaboradores.

Quanto menos pessoas têm acessos aos dados, menores são os riscos de erros deste tipo. Além disso, diminui-se as chances de vazamento de informações confidenciais ou estratégicas.

4. Estabeleça bloqueio de sistemas de saída

Da mesma forma, é imprescindível investir em bloqueio de sistemas de saída, evitando que informações sejam vazadas sem o conhecimento dos funcionários de TI.

Por exemplo, invista em bloqueios de aplicativos e sites que facilitem o recolhimento de arquivos e envio para fora da rede da empresa.

Se há sistemas internos de e-mail, pode-se bloquear o uso de e-mails pessoais dentro do ambiente empresarial, bem como sites de redes sociais e aplicativos de conversação.

5. Crie políticas de segurança na empresa

Todos os colaboradores fazem parte do processo de segurança da informação. Afinal, em alguma medida eles interferem no acesso às informações, seja por meio da criação de documentos, acesso à dados, facilitando a entrada de malwares com usos inadequados, etc.

Por isso é fundamental estabelecer normas de conduta e políticas de segurança que devem ser seguidos por todos. Esse tipo de documentação permite normatizar as regras utilizadas na empresa.

Com isso, torna-se possível diminuir as facilidades que permitem a ação de cibercriminosos ou falhas que comprometam os arquivos.

Por meio disso, por exemplo, pode-se criar normas do que deve ser feito caso um funcionário encontre um problema em seu sistema: ao invés de tentar resolver por conta própria, ele deve entrar em contato com o setor responsável, que verificará o ocorrido.

6. Alinhe os processos às políticas de segurança

Após a criação das políticas de segurança, é necessário alinhar os processos da empresa ao que foi normatizado e documentado anteriormente.

Algumas alterações podem ser sutis, enquanto outras podem exigir uma reestruturação de toda a empresa, tornando-se necessário realizar um planejamento prévio de implementação.

Por exemplo, caso opte-se por alterar o sistema operacional, é necessária uma mudança em todas as máquinas instaladas no ambiente empresarial. Demanda-se tempo e preparação.

O mesmo ocorre com possíveis mudanças nas formas de hierarquia de arquivos, realização de backups recorrentes, entre outros.

Assim, deve ser estabelecida, junto aos diretores das outras áreas, a necessidade de adequação dos processos, de forma a colocar em prática o que foi documentado anteriormente.

Caso contrário, as falhas anteriores permanecerão e poderão causar problemas que deverão ser resolvidos posteriormente.

7. Treine os colaboradores para medidas de segurança

Algumas questões elaboradas nas políticas de segurança podem não ser tão claras para os colaboradores, principalmente por envolverem questões específicas da área de tecnologia.

Para evitar confusões, dúvidas e ações errôneas, é imprescindível realizar treinamento com todos os envolvidos, a fim de normatizar as condutas de todos, bem como ensinar medidas básicas de segurança.

É por meio do treinamento, por exemplo, que pode ser explicado para todos as razões pelas quais as redes sociais são bloqueadas no ambiente empresarial.

Isso auxilia para que não busquem outros métodos de acesso que podem também comprometer a segurança das informações.

O treinamento também auxilia na uniformização de procedimentos em caso de problemas.

Por exemplo, no caso de um ataque ransomware, todos os colaboradores terão a mesma conduta, evitando resolverem a situação por conta própria.

8. Tenha ferramentas de monitoramento

É imprescindível utilizar ferramentas de monitoramento de atividades no cotidiano da área de TI. Para que a segurança seja eficaz, é preciso saber o que está acontecendo em toda a rede.

Qualquer tipo de conduta errada, vulnerabilidade, mudança nos padrões de acesso deve ser percebida imediatamente, de forma a ser contida e evitar um ataque digital gerado por hackers.

9. Utilize a criptografia de dados

A criptografia é uma importante aliada para a segurança da informação. Ela impede, por exemplo, que os arquivos sejam acessados caso sejam interceptados no meio do processo, só tendo as chaves de acesso, as pessoas que possuem a chave privada.

Este tipo de ferramenta pode — e deve — ser utilizado no envio de informações estratégicas e confidenciais, evitando que hackers possam interceptar os dados e ter acesso ao que foi encaminhado.

10. Conte com ajuda de empresas especializadas em segurança da informação

As empresas especializadas na área de segurança da informação podem ser estratégicas e essenciais para garantir a privacidade e integridade dos dados da sua corporação.

Elas estão sempre atentos para as novidades, trazendo e desenvolvendo soluções importantes e inteligentes que ajudarão a potencializar os mecanismos de proteção.

Por exemplo, pode-se contar com essas empresas para o armazenamento de backups na nuvem de forma segura.

Assim, garante-se uma maior proteção para os dados e permitindo que sua equipe direcione os esforços para outras questões da área de TI.

Além disso, em caso de desastres, como o ransomware, as empresas especializadas poderão auxiliar na resolução da situação com a aplicação de protocolos para mitigar os danos causados pela ação.

11. Crie planos de contingência

Não basta apenas pensar em medidas preventivas. Como falamos ao longo deste artigo, os cibercriminosos são engenhosos e criam constantemente novas formas de atuação para conseguirem seus objetivos.

Muitas vezes eles surpreendem os especialistas em segurança da informação, de forma que, até descobrir formas de reverter a situação, pode-se ter prejuízos inestimáveis.

Além disso, os problemas não se limitam apenas aos casos de ataques feitos por hackers: desastres tecnológicos, falhas humanas, entre outros, são recorrentes. É preciso saber como agir nessas situações.

Assim, é necessário estipular ações padronizadas, já que a mitigação dos danos pode ser realizada por qualquer um dos membros responsáveis pela área de segurança da informação.

As ações podem variar de profissional para profissional, o que pode causar problemas posteriores. Portanto, é fundamental criar parâmetros de padronização.

Por isso, é importante ter um plano detalhado para eventuais situações, de forma que todos operem da mesma forma e evitem falhas de comunicação e procedimentos errados.

12. Invista em backup

Se tudo der errado e, assim, os dados encontrados em discos rígidos e servidores forem perdidos, é essencial ter uma espécie de “plano B” para não inviabilizar as funções cotidianas.

O backup é a melhor opção nesses casos, provendo uma recuperação de dados eficiente, seja por meio de um servidor externo, um HD externo ou na nuvem. O essencial é não abrir mão dessa ferramenta.

Quais as consequências de não investir em segurança da informação?

O que pode acontecer caso o setor de TI não invista em segurança da informação ou, ao priorizar redução de gastos, utilize soluções que não sejam tão eficientes ou deixe de implementar alguma das práticas que citamos anteriormente?

Bom, os resultados podem ser desastrosos em diversos níveis. A inviabilização do acesso aos dados pode gerar paralisação dos serviços e o processo pode demorar horas — ou, até mesmo, dias — para ser resolvido.

Apenas alguns minutos de inviabilização podem causar prejuízos financeiros consideráveis, imagine dias? Complicado, não é mesmo?

Problemas como vazamentos, fraudes bancárias, sequestros de dados, ataques DDoS, roubo de senhas, entre outros, identificam a fragilidade da segurança da organização, gerando um mal-estar no mercado.

A confiabilidade sobre a empresa diminui, já que a imagem passada é que não há investimento na segurança da informação e, portanto, informações dos clientes podem ser expostas posteriormente.

Além disso, pode ocorrer até mesmo consequências mais sérias. Por exemplo, a exposição dos dados da PS Network, da Sony, em 2011, gerou uma série de problemas para a empresa, inclusive processo judicial pela falha de segurança da informação.

Esses são apenas alguns exemplos para se ter dimensão das proporções do que pode ocorrer caso não priorize medidas de excelência no que concerne à proteção de dados.

Por isso, é essencial seguir as 12 dicas que listamos anteriormente e sempre estar atento às novidades da área.

E se ainda não se sentiu convencido acerca dos investimentos necessários para a área de segurança da informação e de TI como um todo, veja quais são os custos caso isso não seja feito de forma adequada.

Fonte: https://ecoit.com.br/seguranca-da-informacao/

Tecnologia: como a educação pode se adaptar e obter sucesso

. Entretanto, quando utilizada corretamente, ela pode ser um dos maiores aliados da Educação. Diante de tantos inventos tecnológicos, não é difícil encontrar aplicações didáticas a eles. Confira agora algumas maneiras de adaptar a Educação a esse mundo conectado e melhorar o aprendizado dos estudantes!

Modernizar o material escolar

Em um mundo onde a preservação ambiental se torna cada vez mais essencial, pode ser estranho ainda depender de tanto lápis e papel. Contudo, aos poucos isso está mudando. Muitas escolas já passaram a utilizar diversas alternativas digitais para os materiais escolares. Desde projetores e lousas digitais até tablets e atividades digitais para os alunos, a Educação tende a ficar cada vez mais digital.

Os tablets caíram nas graças dos educadores, pois são mais baratos e práticos do que os laptops, e permitem que os alunos acessem todos os livros escolares e realizem as atividades sem a necessidade de carregar tanto peso. As escolas também já começaram a implementar a divulgação digital das notas de suas avaliações, assim como um portal para que os pais possam ter acesso a comentários, elogios e reclamações dos professores sobre o desempenho escolar das crianças.

Internet além das redes sociais e dos mecanismos de busca

A internet tem um poder muito maior do que o de ser utilizada apenas para redes sociais e os sites de busca. Muitos professores já perceberam que alguns dos deveres de casa são realizados com uma busca superficial e uma cópia dos principais resultados encontrados.

É preciso incentivar os alunos a irem além da cópia e buscar produzir a própria versão do conteúdo, de acordo com o seu entendimento sobre a comparação dos dados da pesquisa. Outra alternativa é colocar a internet a favor das ideias dos alunos. Um projeto chamado GLOBE, por exemplo, conecta mais de 4 mil escolas do mundo com cientistas. Através da plataforma, os alunos coletam dados ambientais de suas regiões e os enviam aos especialistas, que ajudam a analisá-los e a sugerir soluções para problemas do meio ambiente local.

Estimular a cooperação e a interação

Atualmente, existem diversas ferramentas de compartilhamento simultâneo de arquivos, como o Google Drive, o Dropbox e o OneDrive. Essas ferramentas não permitem apenas que os alunos acessem os arquivos para estudo, mas também que realizem atividades através de uma colaboração online em tempo real. Isso serve tanto para realizar trabalhos e tarefas de casa, como para fazer sessões de debates e estudo online.

Jogos a favor da educação

Os jogos sempre foram ótimos para desenvolver algumas habilidades de concentração, visão periférica, análise crítica e raciocínio rápido. Se forem utilizados corretamente, os games podem tornar o aprendizado mais vivencial e divertido.

A Clickideia, por exemplo, é uma empresa brasileira provedora de conteúdo educacional para escolas públicas e privadas. Ela desenvolveu, focando em alunos do Rio Grande do Norte, um jogo interativo que aborda um massacre ocorrido durante a invasão holandesa no Estado, em 1645. É uma forma diferente de aprender um fato histórico e que pode ser mais eficiente para as crianças do que a leitura simples.

Aulas e avaliações online

Outro recurso que já vem sendo utilizado por algumas escolas e faculdades são as aulas e avaliações online. Embora geralmente sejam aplicadas a apenas algumas disciplinas, o uso de videoaulas para o aprendizado permite que o aluno aprenda a qualquer momento, em seu próprio ritmo, além de poder reassistir a aula diversas vezes. Isso personaliza a construção de seu conhecimento e exercita a autonomia acadêmica.

Já as avaliações online permitem que os professores possuam um feedback mais rápido, podendo ser utilizadas para diferenciar as principais dificuldades, e facilidades, de cada aluno.

Ensino híbrido

No Objetivo Sorocaba, o ensino híbrido foi adotado como método de ensino para o uso eficiente da tecnologia na educação.

Há três anos, esse método é utilizado com alunos desde a Educação Infantil, até o Ensino Médio, sendo que o Fundamental I tem, no mínimo, uma aula híbrida semanal para cada turma, e o Fundamental II tem uma aula híbrida por bimestre, em cada disciplina.